⚙️ Como lemos os dados: os relatórios juntam dois objetivos que não dá pra comparar — leads (pixel/custom) e conversas de WhatsApp (messaging). Aqui olhamos só os leads, que é onde está quase toda a verba. CPL = custo por lead · CPC = custo por clique · CPM = custo por mil impressões · CTR = taxa de cliques.
As duas contas somadas. Barra menor = lead mais barato. Verde = pra escalar · amarelo = manter de olho · vermelho = cortar.
Cada bolha é um posicionamento. Eixo X = CPC · eixo Y = CPL · tamanho da bolha = quanto foi gasto. Repare onde o Audience Network cai: clique muito barato, mas o lead sai caríssimo. É tráfego que não converte.
O CPC baixo do Audience Network engana: são cliques acidentais, não interesse.
O Facebook Stories é a impressão mais cara da Philips.
O lead da Telex sai mais caro no geral (R$ 60,89 contra R$ 46,00 da Philips), e ela joga mais verba no Audience Network. É a conta com mais coisa pra arrumar.
| Posicionamento | Gasto (R$) | Leads | CPL | Volume | Status |
|---|
O CPC é baixo (R$ 0,14–0,81) e o CTR é alto demais pra ser real (15–37%) — clássico de clique acidental. Na prática, é o pior CPL de todos (R$ 71–73) e levou ~R$ 9,4 mil (uns 25% da verba) entregando pouco. O "Vídeo com incentivo" é o pior deles.
Instagram Stories é o melhor nas duas contas e no geral (R$ 33,98). O Facebook Reels vem logo atrás (R$ 41,24). Formato vertical, impressão mais barata e CPL menor.
Só o Facebook Feed trouxe 200 leads — o maior volume de todos — a um CPL de R$ 44,48. Não é o mais barato, mas é onde dá pra escalar com previsibilidade. Não mexer.
R$ 100 por mil impressões na Philips, o mais caro da lista. Converte de boa, mas vale acompanhar de perto.
CPL mais alto no geral e quase 40% da verba de leads parada no Audience Network. É o ajuste mais óbvio.